Mandados foram cumpridos nesta terça-feira (16), em Senhor do Bonfim e região. Investigação começou após destruição de 90 mil pés de maconha encontrados às margens da BR-407, entre os municípios de Ponto Novo e Filadélfia.
Seis pessoas foram presas nesta terça-feira (16) durante a Operação Farol da Caatinga, deflagrada pela Polícia Federal para combater o tráfico de drogas, nas cidades de Senhor do Bonfim e Juazeiro, no norte da Bahia.

Ao todo, a Justiça expediu cinco mandados de prisão preventiva, dos quais quatro foram cumpridos. Além disso, duas pessoas foram presas em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.
Também foram executados seis mandados de busca e apreensão: quatro em Senhor do Bonfim, um em Juazeiro e um em Belém do São Francisco, no sertão pernambucano.
Segundo a Polícia Federal, a investigação teve início em 2025, após a erradicação de um plantio de maconha às margens da BR-407, entre os municípios de Ponto Novo e Filadélfia, no norte baiano. Na ocasião, cerca de 90 mil pés da droga foram destruídos.
Durante a ação que deu origem às investigações, os policiais apreenderam aparelhos celulares, anotações e entorpecentes, além de prender em flagrante um suspeito de tráfico de drogas.
A partir da análise do material recolhido, a PF identificou outros envolvidos no esquema criminoso, incluindo pessoas apontadas como financiadores e responsáveis pelo gerenciamento de plantios ilícitos na região.
Com base nos elementos reunidos durante a apuração, a Justiça da Bahia autorizou as prisões preventivas dos investigados.
Durante o cumprimento dos mandados desta terça-feira, os agentes apreenderam armas de fogo, drogas, dinheiro e veículos. A Operação Farol da Caatinga contou com o apoio da Polícia Militar da Bahia e da Polícia Militar de Pernambuco.
Fonte: Seis pessoas são presas em operação da PF contra o tráfico de drogas | G1
Ex-banqueiro novamente apresentou informações consideradas insuficientes e deve ser informado nesta terça (9) de que sua colaboração não será aceita Procurada, defesa não respondeu
A PF (Polícia Federal) vai recusar a nova proposta de delação premiada apresentada pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro na semana passada. O anúncio deve ser feito nesta semana, provavelmente ainda nesta terça (9), diretamente aos advogados do dono do Banco Master

Será a segunda recusa dos termos de colaboração propostos por ele em menos de um mês. Em maio, a PF considerou que a primeira proposta apresentada pelo ex-banqueiro não trazia elementos novos para a investigação e deixava de fora fatos que os investigadores já conheciam.
Os argumentos agora se repetem: nesta segunda tentativa, Vorcaro até teria detalhado situações envolvendo políticos e autoridades, sem, no entanto, apresentar novidades em relação ao que já foi descoberto, e sem apontar crimes cometidos por parceiros.
De acordo com autoridades ouvidas pela coluna, a impressão é a de que o ex-banqueiro está apenas tentando ganhar tempo na esperança de que o STF (Supremo Tribunal Federal) sinalize que pode afrouxar as medidas tomadas contra ele e seus familiares. Nesta semana, a Corte deve retomar o julgamento que decidirá se o pai de Vorcaro, Henrique Moura Vorcaro, seguirá preso.
A nova rejeição à delação não significa que as portas da PF estão totalmente fechadas para o dono do Banco Master. De acordo com a lei, ele pode sempre voltar às autoridades com uma nova proposta de colaboração.
Na prática, porém, "ficar nesse vai e vem", de acordo com um integrante da PF, em nada deve melhorar a situação em que o ex-banqueiro se encontra. A PGR (Procuradoria-Geral da República) também estaria insatisfeita com os novos termos de colaboração apresentados por Vorcaro, mas tem adotado uma postura diferente, de não recusar oficialmente a delação e seguir negociando na tentativa de que ela melhore. Procurada, a defesa de Vorcaro não respondeu à coluna.
Fonte: PF vai recusar nova delação de Daniel Vorcaro - 09/06/2026 - Mônica Bergamo - Folha
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira, dia 8 de junho, a Operação Gemini, que mira uma organização suspeita de negociar decisões judiciais e lavar dinheiro. Entre as ações do dia, os agentes federais cumpriram um mandado de busca e apreensão em uma sala comercial localizada na zona sul de São José do Rio Preto. O foco principal da investigação é um suposto esquema criminoso ligado diretamente ao Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso.

Toda a mobilização foi coordenada pela Superintendência Regional da Polícia Federal em Mato Grosso. A ofensiva marca uma nova etapa no aprofundamento das investigações para sufocar a atuação de pessoas que trabalhavam intermediando a compra de sentenças e ocultando a origem do dinheiro obtido de forma ilegal. Além da busca realizada no escritório em Rio Preto, os policiais foram às ruas para cumprir mandados de busca em residências, revistas pessoais e ordens judiciais de quebra dos sigilos bancário, fiscal e de mensagens dos suspeitos.
De acordo com as informações divulgadas pela Polícia Federal, o inquérito detalha a existência de uma estrutura montada especificamente para transformar decisões da Justiça em mercadoria, usando técnicas financeiras para fazer o dinheiro ilícito parecer legal. Conforme o nível de participação que for comprovado no decorrer das investigações, os envolvidos poderão responder judicialmente pelos crimes de corrupção passiva, advocacia administrativa — que é quando alguém usa a influência do cargo público para defender interesses privados — e lavagem de capitais.
Até o final da manhã, a Polícia Federal optou por manter o sigilo sobre a identidade dos investigados e não divulgou a lista de materiais, documentos ou equipamentos eletrônicos que foram recolhidos durante a vistoria na sala comercial em Rio Preto. O material apreendido será enviado para análise pericial para ajudar a rastrear os caminhos do dinheiro e identificar outros possíveis participantes do esquema.
Quadrilha investigada por desvios de recursos públicos, corrupção e fraudes licitatórias em contratos com prefeitura do Recife é alvo de operação da PF
Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos em três cidades: Recife, Jaboatão dos Guararapes e Cabo de Santo Agostinho. Não houve prisões nesta terça-feira (2).
Uma quadrilha investigada por corrupção de servidores públicos, desvios de recursos públicos e fraudes licitatórias em contratos firmados com a
prefeitura do Recife foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) na manhã desta terça-feira (2). Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Recife, no Cabo de Santo Agostinho e em Jaboatão dos Guararapes.
Segundo a PF, as investigações da Operação Check-in começaram neste ano após a apreensão de canhotos de cheques no âmbito de outra operação, denominada Firenze, apontar "pagamento de vantagem indevida a agente público do alto escalão da prefeitura do Recife por parte de uma empresa contratada pelo município". O nome e o cargo dele não foram divulgados.
Ainda de acordo com a PF:
* os desvios aconteceram em contratos de terceirização de mão de obra em 2020;
* a empresa investigada recebeu R$ 25,8 milhões da Prefeitura do Recife no referido ano;
* desse total, aproximadamente R$ 17 milhões foram custeados com recursos federais;
* a empresa investigada já mantinha relação contratual com a prefeitura "em exercícios anteriores ao de 2020, o que levanta a possibilidade de o prejuízo ao erário ser ainda mais robusto";
* nenhum integrante da quadrilha ter sido preso, mas os suspeitos podem responder por corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa, fraude em licitação ou contrato e lavagem de capitais.
O g1 perguntou à Polícia Federal o que foi apreendido na Operação Check-in, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.
Fonte: PF investiga desvios e fraudes em contratos com a prefeitura do Recife | G1
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