Ação apreendeu medicamentos para emagrecimento, anabolizantes, hormônios e cerca de R$ 21 mil em espécie no município de Paranaguá

Paranaguá/PR. A Polícia Federal prendeu em flagrante, nesta segunda-feira (12/10), três pessoas suspeitas de transportar medicamentos e produtos sujeitos a controle especial provenientes do exterior, sem a documentação exigida para a importação regular. Ação ocorreu em Paranaguá.
Durante a diligência, os policiais federais localizaram medicamentos para emagrecimento, anabolizantes, hormônios e outros produtos sem a documentação necessária. Também foram apreendidos cerca de R$ 21 mil em espécie, além de cigarros e mercadorias diversas.
Os suspeitos foram encaminhados para os procedimentos de polícia judiciária cabíveis e permanecerão à disposição da Justiça.
Fonte: PF efetua três prisões por importação irregular no Paraná — Polícia Federal
Segundo a PF, a principal empresa investigada recebeu, entre 2007 e 2025, mais de R$ 1 bilhão em recursos públicos de origem federal
A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, no Ceará (CE) e na Paraíba (PB), nesta quinta-feira (8/10), operação para desarticular uma organização criminosa investigada por supostos desvios de recursos públicos destinados à área da saúde, além da prática de crimes de lavagem de dinheiro, corrupção, organização criminosa e fraude documental.

As investigações indicam que a principal empresa investigada celebrou contratos com entes subnacionais e recebeu, entre 2007 e 2025, mais de R$ 1 bilhão em recursos públicos de origem federal repassados.
A investigação que resultou na Operação Insidioso teve início após a identificação de movimentações financeiras envolvendo elevados saques em espécie e evoluiu para a apuração de um complexo esquema que, em tese, utilizava empresas de fachada e documentos ideologicamente falsos para desviar recursos provenientes de contratos públicos celebrados por entidades atuantes no setor da saúde.
Nesta quinta-feira (8/10), foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva, 24 de busca e apreensão e dois de sequestro de veículos nas cidades de Fortaleza, Caucaia, Eusébio e Tauá, no Ceará, e em Campina Grande, na Paraíba. As medidas foram autorizadas pela 32ª Vara Federal da Seção Judiciária do Ceará.
A decisão judicial também determinou o afastamento cautelar de cinco gestores das atividades gerenciais, financeiras ou de representação da principal entidade investigada e demais entes congêneres contratados pelo poder público, bem como da administração das pessoas jurídicas investigadas.
Também foi determinado o sequestro de 38 imóveis e 82 veículos supostamente vinculados aos investigados, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal de pessoas físicas e jurídicas relacionadas aos fatos apurados.
A PF afirmou que as medidas patrimoniais têm como finalidade assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e evitar a dissipação de ativos supostamente adquiridos com recursos de origem ilícita.
Fonte: PF investiga esquema que desviou recursos da Saúde e movimentou R$ 1 bilhão
Operação da Polícia Federal resultou em apreensões, conduções e investigações por compra de votos e propaganda eleitoral irregular em 24 unidades da Federação.
A Polícia Federal (PF) apreendeu R$ 2,8 milhões durante o primeiro turno das eleições de 2026, realizado no domingo (04/10/2026). Do total, R$ 520 mil foram apreendidos em dinheiro em espécie, enquanto o restante correspondeu a bens. A atuação teve como objetivo prevenir e reprimir crimes eleitorais registrados durante a votação.

Até as 23h59 de domingo (04/10/2026), a PF havia instaurado 49 inquéritos policiais e lavrado 100 termos circunstanciados de ocorrência (TCs) relacionados a possíveis crimes eleitorais. Ao longo do dia, 204 pessoas foram conduzidas a delegacias para os procedimentos de investigação e registro das ocorrências.
Entre os crimes identificados pelas equipes da Polícia Federal, os principais foram compra de votos e propaganda eleitoral irregular. As ações ocorreram no Distrito Federal e em 23 estados, abrangendo diferentes regiões do país durante a realização do primeiro turno.
Ocorrências foram registradas em 24 unidades da Federação
As ocorrências foram registradas no Distrito Federal e nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Minas Gerais, Sergipe, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá, Maranhão, Amazonas, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraíba, Santa Catarina, Piauí, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte e Tocantins.
A distribuição das ocorrências demonstra a abrangência nacional da atuação da Polícia Federal no primeiro turno. As equipes trabalharam na identificação de condutas que poderiam configurar crimes eleitorais, com encaminhamento dos casos às unidades policiais responsáveis pelos procedimentos.
Entre as medidas adotadas estão a instauração de inquéritos, a elaboração de termos circunstanciados e a condução de pessoas às delegacias. As apreensões realizadas durante a operação também integram os procedimentos destinados à apuração da origem e da eventual utilização dos recursos e bens em práticas relacionadas às eleições.
PF abriu 1.342 inquéritos eleitorais em 2026
Considerando todo o ano de 2026, a Polícia Federal informou ter aberto 1.342 inquéritos para investigar crimes eleitorais. O número reúne procedimentos instaurados antes e durante o período eleitoral, abrangendo diferentes tipos de ocorrências submetidas à investigação policial.
O Rio de Janeiro lidera a quantidade de inquéritos instaurados no ano, com 156 procedimentos. Na sequência aparecem o Maranhão, com 135, o Ceará, com 120, e São Paulo, com 98 investigações.
Os dados indicam concentração de parte significativa dos procedimentos nesses quatro estados, que somam 509 inquéritos, correspondentes a aproximadamente 38% do total registrado pela Polícia Federal em 2026. As investigações têm como finalidade apurar responsabilidades e circunstâncias relacionadas às denúncias e ocorrências classificadas como crimes eleitorais.
Compra de votos e propaganda irregular estão entre os principais registros
A compra de votos está entre as principais ocorrências identificadas pelas equipes federais durante o primeiro turno. A prática envolve a oferta, promessa ou entrega de vantagem em troca de voto e pode resultar em investigação criminal e outras consequências previstas na legislação eleitoral.
Outro grupo relevante de ocorrências envolve a propaganda eleitoral irregular, cuja apuração pode ocorrer a partir de ações realizadas durante o período de votação. Os procedimentos instaurados pela PF buscam reunir elementos para verificar a existência de infrações e eventual responsabilidade dos envolvidos.
A atuação da Polícia Federal durante o primeiro turno incluiu 204 conduções a delegacias, 49 inquéritos instaurados, 100 termos circunstanciados lavrados e R$ 2,8 milhões em bens e valores apreendidos. Os números fazem parte do balanço das ações de prevenção e repressão aos crimes eleitorais no domingo (04/10/2026).
Ações fazem parte da fiscalização das eleições
A atuação policial durante o processo eleitoral busca preservar o cumprimento das regras estabelecidas para a votação e investigar condutas que possam comprometer a regularidade do processo. Os procedimentos instaurados a partir das ocorrências podem resultar em novas diligências, coleta de provas e encaminhamentos às autoridades competentes.
Além dos dados referentes ao primeiro turno, a PF mantém o acompanhamento das investigações de crimes eleitorais em andamento no país, permitindo a consolidação dos registros relacionados ao pleito de 2026.
O balanço divulgado após a votação mostra que a fiscalização eleitoral resultou em apreensões financeiras e patrimoniais, conduções, inquéritos policiais e termos circunstanciados. Os dados também apontam que a investigação de crimes eleitorais permanece distribuída por diferentes estados brasileiros, com 1.342 inquéritos instaurados ao longo de 2026.
Ação investiga suposto esquema de apoio eleitoral em 56 municípios
A Polícia Federal apreendeu aproximadamente R$ 120.000 em espécie durante a operação deflagrada neste sábado para investigar possíveis ilícitos eleitorais de compra de votos no Ceará. A ação cumpre 19 mandados de busca e apreensão em Fortaleza, Coreaú, Irauçuba e Itapajé, cidades do interior do Estado.

Segundo a investigação, o grupo teria movimentado recursos para obter apoio político e eleitoral em 56 municípios cearenses. A apuração aponta uma previsão de gastos de aproximadamente R$ 9.800.000, dos quais R$ 2.400.000 foram em pagamentos que já teriam sido identificados. A Polícia Federal não divulgou os nomes de partidos políticos ou candidatos que possam estar relacionados à investigação.
Conforme divulgado pelo Ministério Público Eleitoral da Terceira Promotoria Eleitoral, a suposta rede intermunicipal teria como objetivo interferir no processo eleitoral por meio do pagamento de valores a lideranças políticas para a compra de votos em favor de candidaturas específicas aos cargos de deputado federal e deputado estadual.
Outro ponto investigado é o possível uso de contas bancárias, estrutura física e funcionários de um sindicato para viabilizar as práticas investigadas.
Fonte: PF apreende R$ 120 mil em operação contra compra de votos no CE | Radioagência Nacional
A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira (28), uma operação de combate a possível prática dos crimes de coação eleitoral, ameaça e abuso de autoridade contra uma cidadã no Maranhão. O caso investigado pela Operação Habeas Votum, foi registrado no município de Colinas.

Segundo as investigações da PF, a vítima e os supostos autores apoiavam candidaturas distintas no pleito de 2026. A vítima teria sido submetida à violência sexual e a ameaças, como atos de intimidação destinados a constrangê-la a interromper manifestações políticas realizadas em redes sociais.
A investigação, que tramita na Justiça Eleitoral, busca averiguar a possível vinculação entre os atos de intimidação, o exercício abusivo da função pública e as divergências político-eleitorais entre os envolvidos.
Na ação desta segunda, a PF cumpre dois mandados de prisão temporária, três de busca e apreensão domiciliar e dois de busca pessoal. Também foram determinadas, em relação a dois investigados, medidas de afastamento cautelar do exercício da função pública e suspensão do porte de arma de fogo, para resguardar a segurança da vítima e de terceiros.
Caso sejam confirmados os delitos, os investigados poderão responder pelos crimes de coação eleitoral, estupro, associação criminosa armada, ameaça e abuso de autoridade, além de outras infrações penais conexas que venham a ser identificadas.
Fonte: Polícia Federal cumpre mandados em investigação contra crimes de coação eleitoral - Bahia Notícias
Em Porto Seguro, foi deflagrada na manhã desta terça-feira, 22, uma operação da Polícia Federal em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU), com apoio da Polícia Militar e Civil da Bahia. Na ação foram cumpridos mandados de busca e apreensão na Bahia e no Rio Grande do Sul, com o bloqueio de aproximadamente 13 milhões de reais.

A operação nomeada Linha do Tempo apura a atuação de investigados suspeitos de associação criminosa com foco na prática de fraudes em licitações, corrupção e desvio de recursos públicos federais em contratações para o município de Santa Cruz Cabrália, na Bahia.
Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão na Bahia, sendo quatro em Santa Cruz Cabrália, um em Porto Seguro, cinco em Jaguaquara e um em Itabuna. Mandados também foram cumpridos no estado do Rio Grande do Sul, resultando na restrição de cerca de 13 milhões de reais.
Os contratos investigados envolvem o custo de recursos federais que seriam destinados a ações emergenciais, aquisição de mobiliário e equipamentos escolares, além da atribuição de playgrounds da rede municipal de ensino.
Todo o valor e materiais apreendidos foram encaminhados para a perícia.
Fonte: Polícia Federal Apreende 13 Milhões De Reais Na Bahia E No Rio Grande Do Sul | Taktá No AR
Operação Overclean cumpre 24 mandados de busca e apreensão em seis estados; investigação apura possível direcionamento de contratações para fornecimento de serviços e materiais didáticos.

A Polícia Federal investiga suspeitas de fraude em contratações realizadas pela Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte entre 2024 e 2025. Segundo a PF, ao menos três contratos analisados pela investigação somam mais de R$ 80 milhões.
Nesta quinta-feira (17), a PF deflagrou a 10ª fase da Operação Overclean para apurar a possível atuação de uma organização criminosa nas contratações. Os investigadores suspeitam de direcionamento de procedimentos para o fornecimento de serviços e materiais didáticos.
Ao todo, são cumpridos 24 mandados de busca e apreensão em Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Tocantins, Paraná e Espírito Santo. Em um dos cumprimentos, foram apreendidos cerca de R$ 230 mil nas cidades de Ervália, na Zona da Mata mineira e em São Paulo capital. Ainda há equipes em campo e o valor pode aumentar.
Além dos três contratos que, juntos, ultrapassam R$ 80 milhões, outros processos de contratação também são analisados pela Polícia Federal.
A investigação apura se houve crimes contra a administração pública, fraude em licitações e contratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. A PF trata os fatos como suspeitas e a investigação ainda está em andamento.
O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Belo Horizonte e aguarda retorno.
Fonte: PF investiga fraude em contratos de R$ 80 milhões da Educação de BH | G1
PF investiga uso de dinheiro não declarado em campanhas no Rio Grande do Norte
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta segunda-feira, 14, a Operação Sem Lastro para investigar suspeitas de falsidade ideológica eleitoral
e utilização de recursos financeiros não declarados em atividades de campanha. A ação ocorreu em Natal (RN), onde foram cumpridos
dois mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Eleitoral.

Durante as buscas, os policiais apreenderam celulares, documentos, equipamentos eletrônicos e mais de R$ 1,5 milhão em dinheiro vivo. A investigação apura a origem e a destinação dos valores, além de possíveis movimentações incompatíveis com os recursos declarados
pelos investigados.
Polícia Federal: saques em espécie
Segundo a PF, um servidor público do Rio Grande do Norte realizou saques de valores elevados em espécie. As movimentações chamaram a atenção dos investigadores por apresentarem possível incompatibilidade com o patrimônio declarado pelo servidor.
A suspeita é de que os recursos possam ter sido utilizados em atividades eleitorais sem registro na prestação oficial de contas. A
apuração busca identificar outros envolvidos e verificar se houve participação de terceiros no esquema.
Os mandados foram autorizados pela Justiça Eleitoral dentro da investigação que apura possível utilização de caixa 2 e outras
irregularidades relacionadas ao financiamento de campanhas.
A PF ainda deverá analisar o material apreendido para esclarecer a origem dos R$ 1,5 milhão e verificar eventual conexão dos valores
com as movimentações eleitorais investigadas. A operação não significa, neste momento, condenação dos alvos, que estão sob
investigação.
Fonte: Polícia Federal apreende R$ 1,5 milhão em operação suspeita
Retirada do montante foi realizada em Boa Vista, Roraima.
Um empresário do ramo da construção civil e um policial militar aposentado foram abordados pela Polícia Federal em Boa Vista, Roraima, com R$ 4 milhões em espécie. Uma das suspeitas é de que o dinheiro seria destinado a uma campanha eleitoral.

A abordagem ocorreu na última sexta-feira (4) após o saque do valor ter sido realizado em um banco da capital roraimense. As informações são do portal g1.
Conforme a Rede Amazônica, o empresário teria dito na abordagem que o montante seria usado para compra e investimento em terrenos. A PF irá apurar a origem e possível destino dos valores.
Celular, dinheiro e arma foram apreendidos
Os dois homens foram levados à sede da PF. O montante e o celular do empresário foram apreendidos para investigação, mas ele foi liberado.
Com o PM aposentado, foi encontrada uma arma sem autorização. Ele foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. A Corregedoria da Polícia Militar irá apurar as circunstâncias envolvendo o policial.
Segundo informações da PM ao g1, o militar reformado não exerce qualquer função na Corporação e a arma apreendida é de propriedade particular, sem registros junto à instituição.
Fonte: PF aborda empresário e PM após saque de R$ 4 milhões em espécie - País - Diário do Nordeste
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