Prefeitura de Camocim divulgou uma nota de esclarecimento informando que não autoriza nem compactua com o uso irregular de armas por agentes da Guarda Civil Municipal.
A Polícia Federal realizou uma operação de fiscalização na manhã desta quarta-feira (29) por uso irregular de armas por Agentes da Guarda Civil Municipal em Camocim. Duas armas foram apreendidas e ninguém foi preso.

A Prefeitura de Camocim divulgou uma nota de esclarecimento informando que não autoriza nem compactua com o uso irregular de armas por agentes da Guarda Civil Municipal.
No comunicado, o município pontuou que em 2020 a Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Defesa Civil expediu as Normas Gerais de Ações (NGA), um documento que proíbe expressamente o uso de armamento pelos guardas municipais.
Fonte: PF apreende armas da Guarda Municipal de Camocim por uso irregular
Agentes cumpriram três mandados de busca e apreensão em Lagoa Santa, na Grande BH, nesta quarta-feira (15).
A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (15) a Operação Resgate, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado a um grupo já condenado por fraudes milionárias contra o sistema tributário nacional. Pela manhã, agentes cumpriram três mandados de busca e apreensão em Lagoa Santa, na Grande BH.
Segundo a PF, a ação é um desdobramento da Operação Inflamável, deflagrada em 2023. Na época, as investigações demonstraram que a organização criminosa fraudou os sistemas da Receita Federal e causou um prejuízo de R$ 348 milhões aos cofres públicos (veja detalhes abaixo).

Ainda conforme a instituição, a atuação dos órgãos de controle evitou que o valor desviado chegasse a mais de R$ 3 bilhões. Os envolvidos foram condenados por estelionato consumado, tentativa de estelionato e participação em organização criminosa. Somadas, as penas ultrapassam 26 anos de prisão.
A Operação Resgate foi realizada em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal. De acordo com a polícia, o objetivo foi localizar e confiscar bens adquiridos com o dinheiro ilícito, como imóveis de luxo, carros de alto padrão e ativos empresariais.
A Justiça Federal também determinou o bloqueio de contas bancárias e registros patrimoniais dos investigados.
Como funcionava o esquema
Segundo a delegada Marcia Paulino Franco Versieux, chefe substituta em exercício do Setor de Inteligência da PF em MG, as investigações revelaram um esquema fraudulento de créditos tributários fictícios. O golpe funcionava da seguinte forma:
Fonte: PF combate esquema milionário de fraudes fiscais no sistema da Receita Federal
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