Imagens eram geradas por inteligência artificial; suspeitos também faziam alusão ao nazismo
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira uma operação contra suspeitos de produzirem imagens falsas de teor sexual com parlamentares federais. O grupo do Rio Grande do Sul é investigado pelos crimes de apologia ao nazismo, racismo e exposição indevida da intimidade sexual.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Lajeado (RS). As medidas judiciais foram expedidas pela 5ª Vara Federal de Caxias do Sul.
A inquérito teve origem após a Polícia Legislativa do Senado Federal instaurar um procedimento para apurar postagens indevidas feitas nas redes sociais.
Segundo as investigações, os suspeitos usavam inteligência artificial para gerar os "deepnudes" dos parlamentares. Nas redes, os investigados também usavam defendiam ideias de superioridade racial, além de fazerem alusão ao nazismo e postagens de cunho racista.
Fonte: PF deflagra operação contra grupo suspeito de produzir 'deepnudes' de parlamentares federais
A Polícia Federal prendeu na noite de ontem, em Guarulhos (SP), o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A prisão é parte da investigação aberta após descoberta de irregularidades pelo Banco Central no Banco Master. A PF também prendeu Augusto Ferreira Lima, que ocupou o posto de CEO no Master até o início das negociações para a venda do banco.
Também foram realizadas buscas no BRB, o banco público de Brasília. Em setembro, o Banco Central rejeitou compra do Master pelo BRB.

Outro lado: A coluna tenta contato com as defesas de Vorcaro e de Lima e com os bancos Master e BRB. O texto será atualizado em caso de manifestação.
"Compliance Zero"
A operação da PF foi batizada de Compliance Zero e cumpre sete mandados de prisão e 25 de busca e apreensão no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Minas Gerais. Segundo a PF, o "objetivo de combater a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional".
"As investigações tiveram início em 2024, após requisição do Ministério Público Federal, para investigar a possível fabricação de carteiras de crédito insubsistentes por uma instituição financeira. Tais títulos teriam sido vendidos a outro banco e, após fiscalização do Banco Central, substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada", afirma a PF.
São investigados os crimes de gestão fraudulenta, gestão temerária, organização criminosa, entre outros.
Compra do Master
A operação da PF acontece um dia após um consórcio de investidores dos Emirados Árabes Unidos, em conjunto com o grupo de gestão de participações empresariais Fictor, anunciar a compra do Banco Master, com um aporte imediato de R$ 3 bilhões. A operação já foi apresentada ao Banco Central e depende de aprovação do órgão e também do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
Operação 'Simulatio' cumpriu 11 mandados de busca e apreensão em Uberlândia e cidades do interior de Goiás. Chefe da quadrilha foi preso em abordagem da PRF nesta semana.
A Polícia Federal desarticulou, nesta sexta-feira (14), um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou R$ 252 milhões em cinco anos em Uberlândia e região. Segundo a PF, o grupo criminoso usava empresas de fachada e identidades falsas para dar aparência legal a recursos oriundos do tráfico de drogas e fraudes diversas.
Denominada Operação 'Simulatio', a força-tarefa cumpriu 11 mandados de busca e apreensão nove em Uberlândia (MG), um em Jataí (GO) e outro em Rio Verde (GO).

Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias de empresas investigadas, a apreensão de 70 veículos de luxo e o sequestro de sete imóveis de alto padrão localizados em Uberlândia.
O nome da operação, com o termo em latim Simulatio, significa “simulação” e faz referência à estratégia do grupo, que mantinha diversas identidades falsas para dissimular suas atividades criminosas.
Quadrilha criava empresas para dissimular dinheiro do tráfico
Segundo as investigações, para ocultar a origem ilícita dos recursos, os integrantes criavam empresas de fachada com atividades ligadas ao comércio atacadista de alimentos para animais, cereais, carnes nobres, além de pet shops, transporte de grãos e bares.
O grupo também utilizava identidades falsas para dar aparência legal às operações.
A PF informou ainda que o chefe da quadrilha, que já tinha duas passagens por tráfico de drogas e estava foragido, foi preso na última quarta-feira (12). Ele foi detido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-050, em Uberlândia, após apresentar documentos falsos durante uma abordagem. O nome dele não foi divulgado pelas autoridades.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documento falso.
Fonte: PF desmonta esquema que lavou R$ 252 milhões com empresas de fachada
A Polícia Federal, em parceria com o Ministério Público Federal e autoridades dos Estados Unidos, realiza hoje a Operação Tarja Preta, que visa desmantelar um esquema de exportação ilegal de medicamentos controlados para os EUA.

O que aconteceu
Seis mandados de busca e apreensão e um de prisão temporária foram cumpridos em Rio das Ostras (RJ). Os alvos são quatro pessoas ainda não identificadas. Os investigados poderão enfrentar acusações de organização criminosa e tráfico internacional de drogas. Um dos alvos de busca e apreensão acabou preso em flagrante. Policiais deram voz de prisão após encontrarem e apreenderem medicamentos na residência.
O líder da organização criminosa foi preso em Orlando, nos Estados Unidos. Ele será deportado para o Brasil após os trâmites legais. As investigações começaram em 2023 e revelaram uma organização criminosa estruturada. O grupo era composto por fornecedores, intermediários e receptadores que enviavam fármacos psicotrópicos sem prescrição médica. Envios ilegais foram interceptados pela PF e pelo U.S. Customs and Border Protection (CBP). Substâncias como Zolpidem, Alprazolam, Clonazepam, Pregabalina e Ritalina foram encontradas.
Foram descobertas movimentações financeiras atípicas indicando lavagem de dinheiro. As transferências bancárias reforçam os indícios de financiamento da atividade ilícita, segundo a PF.
Fonte: PF prende envolvidos com tráfico de remédios tarja preta do Brasil aos EUA
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